Certa vez me perguntaram: ‘Carlos, para o quê você vive?’

Publicado em 24/07/2021 00:07

A resposta é simples e constante, vivo para mudar. Para mudar a mim mesmo, minha família, meus amigos, enfim, vivo para mudar a realidade dos meus semelhantes, dos meus irmãos, daqueles quais atinjo com minhas atitudes e ideias.
Às vezes, não entendemos o nosso papel em certas ocasiões e, por isso, nos mantemos inertes, ou, na maioria das vezes, nos omitimos. Que pecado! Quanta irracionalidade! Deveras? Não sabemos do que somos capazes.
Segundo Mário Sérgio Cortella, o amor imaturo diz que ama porque precisa de você, já o amor maduro diz que precisa de você porque te ama. A paixão é movida por necessidade, e esta deve ser o ponto de partida, mas não o ponto de chegada.
Apaixonar-se diariamente por aquilo que fazemos e aqueles com quem convivemos é necessário, pois só assim formaremos, corretamente, o sentimento de amor ao próximo. Este sentimento precisa ser constantemente regado, necessita ser constantemente cuidado!
Ainda aprendendo com Cortella: “O amor é uma construção, um produto da convivência, da admiração, do pensar sobre o outro. Do sentir a ausência de maneira calma, e não em desespero”.
O que gosto mesmo, é da ideia de amar o amor – a capacidade de guardar aquilo que me faz bem.
Nestes pensamentos posso afirmar que, fiz uma grande descoberta: vivo para viver, não apenas para existir.
Faça a diferença, mesmo quando “fazer a diferença” é apenas conversar com as pessoas. Fazê-las rirem. Cantarem. Agir para que fiquem confortáveis. Acolhidas. Seguras. Assistidas…
Ahhhhhhh, se soubéssemos o quanto podemos fazer apenas com um sorriso, uma ação ou uma palavra!
Por fim, diz Cortella “Uma vida em paz é uma vida com amor”. Assim, termino dizendo: Como eu estou em paz!

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