Crônicas do Viver III

Publicado em 3/07/2021 00:07

Na nossa vida devemos sempre procurar um lugar onde é possível encontrar a amizade e a empatia juntas. Hoje acordei com uma vontade imensa de voltar a ter poucos meses de idade. Antes, sem responsabilidades, sem entender e buscar permanentemente ao amor, sem compreender o que é empatia, desconhecendo a importância da família e o que é ser amigo de verdade, talvez eu fosse mais feliz.
Todas as nossas relações dependem igualmente dos envolvidos. Sabe aquele ditado “se um não quer dois não briga”? É exatamente isso, acredite.
Aprendi desde cedo a me “acostumar”. Aprendi que a impotência perante as situações que eu via era maior que minha vontade de achar uma solução. Aprendi, de maneira dolorosa e que até hoje me marca, que a falta de diálogo é a conduta mais egoísta e solitária que alguém pode ter.
Onde há conversa há entendimento. Onde há entendimento há empatia. Onde há empatia há amor!
Procuro explicações mesmo que estas não existam. Procuro amor mesmo onde este foi esquecido. Procuro perdão mesmo onde não há bondade. Procuro empatia… mesmo que sozinho.
Em nossa vida não devemos nunca deixar de procurar pelo que é bom em pessoas de bem, ainda que a permanência destas dure pouco em nossa vida.
Por fim, penso que só sofre aquele que tem coração, aquele que ama. Onde há amor não há sofrimento, há verdade e segurança.
Depois de tanto pensar, chego a conclusão que devemos ter a empatia sempre presente conosco: entendendo o próximo, pensando nas nossas ações, jamais esquecendo que nunca estamos sozinhos, e acima de tudo, demonstrar o amor genuíno em nossas relações.
(Fragmento de texto autoral de junho de 2017)

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