A consciência das cores

Publicado em 25/11/2017 00:11

Não precisamos de um dia da consciência negra, branca, amarela ou albina… Precisamos de 365 dias de consciência humana.
Indignado com a discriminação racial, Albert Einstein comentou: – Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.
Enquanto imperar a filosofia de que há uma raça inferior e outra superior o mundo estará permanentemente em guerra.
Até Voltaire comentou sobre o assunto dizendo que o preconceito da raça é injusto e causa grande sofrimento às pessoas.
Bob Marley também deu uma solução ao preconceito ao declarar que quando os negros se unirem, os brancos e os chineses também o farão. Mas é preciso que os negros façam isso primeiro.
Ninguém é responsável pela cor da pele. Esse fato da natureza não revela o caráter ou a qualidade da pessoa.
A cor da pele não define a alma de um ser humano.
Por que existe preconceito em relação à cor da pele, se nossas sombras são da mesma cor?
A cor da pele pode variar, mas o sangue que corre na veia é vermelho.
O que nos faz diferentes uns dos outros não é nossa cor de pele, mas o nosso modo de pensar.
Nelson Mandela disse algo que merece uma profunda reflexão: – Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se pode aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.
Preconceitos, intolerância racial e social revelam profunda estupidez. No final somos ossos e seremos todos, pó.
Como pode alguém achar que o coração da gente escolhe raça ou cor da pele.
Racismo é tirar vantagem da cor da pele, em benefício de si próprio.
Raça ruim e raça boa não têm a ver com cor de pele e sim classe de indivíduos com determinados predicados.
Alma não tem cor e todas elas concordam no escuro.
Primeiro levaram os negros/Mas não me importei com isso/Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários/Mas não me importei com isso/Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis/Mas não me importei com isso/Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados/Mas como tenho meu emprego/Também não me importei
Agora estão me levando/Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém/Ninguém se importa comigo.
Martin Luther King conclui muito bem a luta contra o preconceito racial dizendo que se um homem não descobriu nada pelo qual morreria, não está pronto para viver.

Última Edição