A posse do presidente

Publicado em 12/01/2019 00:01

Vamos contar os bastidores da posse do presidente Jair Messias Bolsonaro, o nosso herói de hoje. A cerimônia de posse do presidente da República é sempre rodeada de curiosidades. Ritos tradicionais, como a entrega da faixa presidencial, a vestimenta do chefe do Executivo nacional, o carro utilizado no desfile e a preparação dos guardas de honra carregam significados maiores em suas entrelinhas.
A posse de um presidente da República no Brasil é acompanhada de momentos de pompa e tradição. A começar pelos Dragões da Independência, que acompanham os novos presidentes durante grande parte do translado. O dragão é uma figura honorifica e mítica, que representa aquele que defende com unhas, dentes e fogo a honra da mais alta das autoridades.
E os 21 tiros de canhão disparados para saudar o presidente da República? Os historiadores dizem que essa tradição vem da época do surgimento dos canhões, na Idade Moderna, e passava o recado de que a tropa estava em missão de paz.
Por ocasião da posse do presidente, o Papa Francisco nomeou como legado pontifício Dom Andrés Carrascosa Coso, Núncio Apostólico do Equador.
A nossa Estância também participou desse momento histórico:
A caneta usada para assinar o termo de posse era da Bic, comprada na Casa Kumayama;
O terno sob medida do presidente foi feito pelo Viola alfaiate;
O vestido da primeira dama Micheli foi comprado na Boutique da Marlene e a sua maquiagem definitiva foi feita pela Maria Mazote;
A segurança foi reforçada pela empresa Tec Port;
Os cavalos dos Dragões da Independência foram contratados pela Cia de Rodeio Verde Amarelo do Valtinho Pereira;
O Rolls-Royce presidencial, modelo Willys, foi emprestado pelo Eugênio Mecânico;
Os tiros de canhão disparados foram reduzidos por causa do Gavas e porque foram doados apenas duas caixas de fogos Caramuru, pelo Bazar do Patury;
A faixa presidencial verde oliva foi emprestada do time do Palmeirinha da Bela Vista;
O evento foi documentado em vídeo pela Pirolla Produções;
A foto para a posteridade ficou por conta do Zé Fotógrafo e o coquetel, no Palácio do Itamaraty, foi patrocinado pela Fatinha.

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