Aos 70 anos de vida, como agradecer?

Publicado em 9/03/2019 00:03

O que brota espontâneo no meu coração, diante desta realidade ao completar 70 anos?
O próprio fato de celebrar este aniversário no meio de tanta gente, que me acolhe, que me quer bem, que me apoia e me sustenta; a certeza de que você celebra comigo e que eu posso contar com a sua amizade, já é uma graça tão grande, que só posso exclamar: como agradecer?
Jamais pensei que eu iria chegar nesta faixa etária. E por esta razão agradeço a Deus pela façanha.
A minha trajetória de vida devo aos meus pais, Massuo e Emiko; a minha esposa Lúcia; ao meu sogro Masae; minha sogra Kimiyo; aos filhos Evandro, Eduardo e Émerson. E esta vontade de viver feliz em família emana das queridas noras Aline e Keylla e do querido netinho Henrique.
Cheguei aqui com 23 anos para trabalhar no laboratório que adquiri naquele ano de 1972 e que funciona até hoje.
Logo fui convidado para jogar no Tênis Clube. Até hoje sou sócio e nem acredito que ainda participo do tradicional racha. Fui diretor de esportes do clube e com uma equipe fantástica prestávamos homenagem, no Dia das Mães, a todos os racheiros que completavam 50 anos.
Também fui muito bem recebido na AABB, no Banespinha, no CPP e no Nipo, onde fui presidente por mais de uma década.
Fui membro efetivo e diretor científico do Clube do Coronariano por 15 anos, lecionei no curso profissionalizante do Iepim e no curso de Fisioterapia da Funec por 25 anos.
Escrevo religiosamente neste semanário por 37 anos e atingi a marca de 1.952 “corunas” escritas até o dia de hoje.
Agradeço de coração aos meus funcionários de trabalho, colegas de escolas, companheiros, amigos, a população de Santa Fé do Sul e região.
Agradeço também à Câmara Municipal pela outorga de título de cidadão santafessulense.
Moral da história: “Posso esquecer quem me deixou triste, mas não esqueço jamais quem me fez feliz”.

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