Doenças do nosso cotidiano deixam médicos cubanos loucos

Publicado em 9/09/2017 00:09

Em tempos de vinda de médicos cubanos para suprir a falta de demanda nos rincões do Brasil, a solução dos problemas de saúde do povo brasileiro seria resolvida se as doenças do nosso cotidiano não fossem tão estranhas aos facultativos da Ilha dos Castros.
Imagine o doutor cubano frente a um paciente com ispinhela caída ou com a dor nos quartos.
Qual seria o seu procedimento para curar um pé dismintido ou friêra?
E quando o nenê estiver com a moleira mole e quebranto?
Fazer diagnóstico de pereba e tosse de cachorro louco é muito mais difícil do que tratar remela no zói, tersol, dordóio, zóio nuviado e vista curta?
E dor no pé da barriga, gastura e catarro nos peitos?
Agora dor de viado ou morróida nem exame de laboratório resolve.
Assim como de campainha caída, zôvo virado e pinto frôxo.
Como o olho clínico de cubano pode diferenciar um paciente impachado de um doente com nó nas tripa?
Para o profissional de saúde a parasitose, bichêra e bicho do pé podem ser igual, mas não é.
Sapinho e boqueira é igual?
Quero ver o “deus” cubano tratar de coceira nas viria, calo seco, zunha fofa, íngua, pé inchado, dor no espinhaço e fervião no corpo.
Como o facultativo de Cuba indica cirurgia de zuvido estorado, berruga, olho de peixe, paranisso e água na pleura?
E quando o médico estiver na frente de um paciente com caduquice, enquizila, insquecimento, rachadura nos pé, iscuricimento da vista e fraco dos nervos?
No caso de esporão de galo, bico de papagaio e dor nas costas que responde na perna ele vai pedir raios-X?
Para cansaço no coração, murrinha e resguardo de paquete taca uma tomografia…
E pé drumente, dor nas junta, juêi desmantelado, dor no mucumbú e esquentamento merece ressonância?
Criança com lêndea e piolho faz o mesmo tratamento para adulto com chato?
Diagnóstico de tirissa, papêra, nimia e figo impachado pode pedir exame de sangue?
Para solitária, lumbriga e oxiúrus, exame de fezes.
E para mal de simioto, cobreiro, quebranto e mal olhado só na base do benzimento.
Assim, não é à toa que os médicos cubanos estão ficando loucos…

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