Irmãs Oblatas da Assunção

Publicado em 21/07/2018 00:07

As heroínas de hoje, Irmãs Oblatas da Assunção, são fiéis as finalidades missionária, ecumênica e caritativa pela evangelização em todos os países do mundo, com atenção especial para os que desconhecem os desígnios do Senhor.
A primeira comunidade Oblatas da Assunção se instalou em Santa Fé do Sul no dia 21 de fevereiro de 1965. Há 53 anos, as Irmãs Oblatas foram recebidas com muito carinho pelas autoridades e pela população numa recepção calorosa no Lions Club da cidade. Durante o jantar festivo de boas-vindas, os leoninos entregaram a planta de um ambulatório a ser construído perto da casa das Irmãs, onde elas atenderiam os pacientes carentes, pois não havia ainda Santa Casa na cidade. Aquele ambulatório atenderia também sete municípios vizinhos, além de cidades de outro estado. As irmãs se sentiram acolhidas pela população que imediatamente as ajudaram na instalação da casa. A cada dia chegavam doações de alimentos, móveis, eletrodomésticos, plantas… e o mais importante: a solidariedade do povo. Com a ajuda da comunidade em geral, o ambulatório foi construído e com isso teve início o trabalho religioso das Irmãs Oblatas. Foi uma missão em favor da unidade dos cristãos através da assistência social, pastoral, educativa e médica à população carente de toda a região. Após quase 30 anos de abençoada presença em nossa cidade, a missão foi fechada em janeirode 1994. Foram tantas Irmãs que passaram pela Estância que não podemos deixar de homenageá-las em nome da Irmã Rosa Inês Heuven, que esteve nos visitando esta semana. À benção Ir. Maria da Compaixão, Ir. Virginia, Ir. Adelberta, Ir. Liduina, Ir. Andréia, Ir. Rosa Inês, Ir. Luisa Amato, Ir. Luisa Drago, a querida Fofa e tantas outras.
Quero endossar as palavras de Nelson Francisco da Silva, um dos grandes amigos das Irmãs quando certa ocasião disse: “Quando elas vieram da Itália, da Holanda e da França para cá, iniciaram esse trabalho na saúde e as pessoas que tiveram uma proximidade maior puderam comprovar o quanto elas foram importantes para a nossa comunidade. Elas foram embora, mas Santa Fé do Sul continua no coração delas”.

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