Mito ou herói, eis a questão

Publicado em 10/11/2018 00:11

Nascido em Glicério aos 21 de março de 1955, Bolsonaro revelou que Jair foi uma homenagem de seu pai, Perci Geraldo, torcedor do Palmeiras a um ex-jogador do clube e da seleção brasileira: Jair da Rosa Pinto – meio-campista habilidoso que foi campeão paulista de 1950 e em 1951, conquistou o Rio-São Paulo e a Copa Rio, considerada pelos palmeirenses o primeiro Mundial de Clubes.
Em relação ao seu segundo nome, a sua mãe, Olinda, por ter tido uma gestação bastante complicada e como católica que era, colocou o nome de Messias.
O craque palmeirense, Jair, era canhoto e tinha um canhão nos pés ao contrário do mito que é destro e tem um fuzil nas mãos. Segundo a Bíblia, Messias é Profeta Ungido e o herói será o Salvador da Pátria?
O time de notáveis do presidente Bolsonaro conta com general Hamilton Mourão, vice-presidente, general Augusto Heleno, major Olimpio e Sérgio Moro, na Justiça, mas faltam Wagner Moura, o capitão Nascimento, da Tropa de Elite, na Segurança, cabo Daciolo, na Guerra, capitão Felipe Melo, pitbull do Verdão, na Defesa, sargento Tainha, recruta Zero e os recrutas 01, 02 e 03, na Inteligência.
Temos um ‘nasista’ na Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, astronauta da Nasa, uma pescadora, Maria Cristina, na Agricultura, além de um Chevrolet na casa civil: Onyx.
O superministério de Economia de Paulo Guedes pode ser formado pelo Tio Patinhas e os super-heróis: Mandrake, Superman, Homem Borracha, Homem Aranha, Batman e Robin.
Na Saúde, Marina Silva, Guilherme Boulos, no Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Ordem de Ocupação, Faustão, na Comunicação de Massa, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque, no Trabalho, José de Abreu, na Educação, Anitta, na Cultura e Tite, no Esporte.
Parodiando, William Shekespeare, mito ou herói, eis a questão.

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