Reflexões sobre a vida

Publicado em 23/06/2018 00:06

Alguns dos livros infanto-juvenis que lemos no tempo de estudante podem nos ensinar lições valiosas sobre a vida, além de ajudar a superar os nossos piores pesadelos.
Com o “Leão Covarde”, aprendemos em “O Mágico de Oz” que a verdadeira coragem está no ato de desafiar o medo e enfrentar o desconhecido, com o desejo de defender e proteger aqueles que mais amamos. Assim podemos concluir que ter coragem não é sinônimo de ter medo. Por exemplo, a criança que tem medo quando se colhe o seu sangue, à medida que cresce, cria coragem para enfrentar tal obstáculo.
O personagem “Dumbledore”, em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, disse que é preciso uma grande dose de coragem para enfrentar seus inimigos, mas muito mais para enfrentar os seus amigos. A sinceridade é a base para qualquer relação verdadeira. Mas aprendemos que as verdades também podem doer, às vezes…
Para lidar com os sentimentos dos nossos amigos e enfrentá-los em momentos de adversidades é preciso ter muita coragem e consciência de que precisamos resolver os problemas com amor e respeito mútuo.
“O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, na solidão de seu planeta inóspito teve a convicção que é triste esquecer um amigo. Nem todo mundo tem amigo. Esta é uma grande verdade porque amigo é valioso, que só se consegue por mérito, paciência, gentileza e respeito. Amigo é quem tem a nobreza de aceitar o outro do jeito que ele é. Parar, prestar atenção e perceber que a “verdade” do outro também faz sentido, se não for na sua vida, fará na dele. Não é fácil ter amigo. Há quem tem a sorte de ter vários. Há quem, no entanto, desconhece a existência de algum…
No livro “A Branca de Neve e os Sete Anões” existe uma citação maravilhosa: Você nunca é velho demais para ser jovem. A idade é um estado de espírito. Nós podemos ter 25 anos e nos sentirmos como um idoso de 70 e vice-versa. A juventude está no prazer de viver a vida, de descobrir e experimentar novas aventuras, seja com 20, 50 ou 90 anos!
Inspirado em “Quasímodo”, de “O Corcunda de Notre Dame”, finalizo a “coruna” transformando seu otimismo em um mantra diário de nossas vidas, porque a cada dia, junto com o sol também nascem novas oportunidades: Hoje é um bom dia para tentar…

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