A TERRA PEDE SOCORRO

Publicado em 24/07/2021 00:07

O homem, com o constante exercício de dar importância aos seus próprios interesses e impulsos, acaba se convencendo que o mundo existe ‘só pra o servir’.
A relação com o meio ambiente hoje em dia e, após a pandemia, revela – a cada minuto – que não se pode ser mais meramente um expectador, mas sim um efetivo partícipe e responsável com a Terra e com todos os seres vivos.
A pessoa absorvida em si não consegue ver ao seu redor, pois só ‘advoga’ suas próprias causas e, além de ver noutro ser humano um ‘inimigo’, sequer consegue relações ‘generosas’ com a água, vegetação, ar, terra, enfim, o meio ambiente.
Devemos enxergar para além de nossos umbigos e trabalhar sem ver nos outros – ou nas outras coisas – em meras serventias ou meios para ‘nossos desejos’.
Após a pandemia, a postura do ser humano há de ser outra e o momento nos convida para essa transformação.
Assim fazer parte da transição e da nova trajetória que o mundo anuncia, vencendo a tirania da supervalorização da riqueza material e do poder são paradigmas do século passado (século XX) que devem ser superados.
Vamos instaurar um novo momento na História, num novo campo de força coletivo, que envolva as tendências para a generosidade, justiça e integridade, como caminho para a sobrevivência da sociedade e da espécie humana, como parte do Planeta e não mais como ‘senhor e possuidor’.
O exercício de cidadania para esse modo de vida não precisa – e não precisará – de ‘grandes saltos’. Bastarão ações simples em favor do bem comum, visando o respeito principalmente à mãe natureza e a cada ser vivo de nosso Planeta.
O momento nos convida para discernir e ter consciência da importância de todos os seres vivos da Terra (e também dos outros seres humanos), para não comprometermos a própria sobrevivência e preservação da raça humana e de todos os seres vivos.
– Help!

Última Edição