ABRAÇOS ‘INFANTIS’

Publicado em 14/09/2019 00:09

Chegando 12 de outubro, em Três Fronteiras, é o Dia de Nossa Senhora Aparecida, dia da fundação da cidade, Dia da Criança e ‘dia do tradicional encontrão’.
É que meninos da década de 70 criaram o ‘Infantil Três Fronteiras’, que mais tarde se tornou o time da cidade, com a denominação ‘Juvenil Três Fronteiras’, fez época pela magia que envolvia aqueles garotos.
Dois deles, João Luiz e Maninho, filhos do professor Luizinho e da Dona Lazinha, que transmitiram a seus filhos muita paz, honestidade e humildade, através de exemplos e de lições que também, por tabela, todos do ‘Juvenil’ adotavam.
Há 17 anos os ‘garotos do Juvenil’ se encontram, agora na Chácara da Dirce e o Eduardo Iamoto, sendo que o investigador Iamoto é um desses garotos.
João Luiz e Maninho nunca faltaram e certamente este ano não faltarão, porque o ‘encontrão’ sem eles é inteiro sem graça, pela doçura dos dois irmãos que ao chegar diante de todos os outros agrada o coração dos amigos de infância.
Daquela equipe, uns foram para São Paulo, outros para Campinas, Rio Claro, São Caetano e diversas cidades espalhadas pelo Brasil. João Luiz e Maninho com a família foram para São José do Rio Preto, o que na época para nós era difícil visitá-los, mas o ‘encontrão’ proporciona essa felicidade.
A família em São José do Rio Preto prosperou, se manteve unidade, venceram, vieram mais descendentes e, portanto, não há o que reclamar, mas como todos os membros do Juvenil Três Fronteiras têm a saudade dos momentos de infância que viveram ‘nas ruas de Três Fronteiras’, porque como disse certa vez ‘cada rua daquele cidade é como veia a correr pelo nossos corpos’ e todos só completam a felicidade ao se reencontrarem no Dia 12 de Outubro de cada ano, que tem diversas comemorações, mas a que marca o coração dos ‘meninos’ que brincaram naquela cidade, é o encontrão.
E temos o orgulho da presença do João Luiz e do Maninho, para aprendemos, uma vez mais, a lição do amor que transmitem natural e espontaneamente com os sorrisos e os abraços ‘infantis’, embora todos já adultos.

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