‘GENTE CONSCIENTE’

Publicado em 21/07/2018 00:07

O que se mudará com as próximas eleições…
Essa é a grande indagação, agora, após a Copa do Mundo.
Os que estão no Poder há vinte, trinta ou quarenta anos são os responsáveis pela política econômica e social hoje existente. Nas próximas eleições serão as ‘velhas raposas’ ocupando os mesmo lugares ou não…
Penso que não é o poder que é mau, mas a injustiça dos governantes.
A maior parte dos ‘pensadores’ hoje entende que é suficiente estabelecer boas instituições para que a sociedade se aperfeiçoe.
Entretanto, homens corruptos corrompem as instituições.
Na sociedade moderna, a virtude dos governantes não basta, sendo preciso, por outro lado, boas instituições.
Todavia, as melhores instituições são ineficazes quando postas em prática por corruptos.
É o que acontece com o Brasil e parece que vai continuar acontecendo.
Seremos novamente governados por uma ‘aristocracia’ que se autodenominará ‘representante do povo’ e que ‘cuida do povo’ e alegarão que vão governar em benefício da coletividade, para ganhar as eleições…
Todos – indistintamente – nos horários gratuitos vão vir e falar em ‘programa habitacional’, ‘igualdade’, ‘bem comum’ etc. No poder, entretanto, as práticas políticas serão outras, ou melhor, serão as mesmas políticas de conchavos e de acertos duvidosos, para não dizer espúrios, existente no Brasil há décadas.
Tudo leva a crer que os políticos de nosso tempo estão em descompasso com as exigências da sociedade moderna e sempre pautaram – e pautarão – as suas condutas como ‘profissionais’ que só pensam em si mesmos, nunca realizando o bem de todos.
Chegará o tempo – não nessas eleições – em que estabeleceremos instituições políticas que produzam justiça social, entendida com certa igualdade e contribua para a realização da ajuda mútua e de uma sociedade fraterna, justa e igualitária.
Separar o ‘joio do trigo’ não será tarefa fácil nessas eleições, porque não é de uma hora para outra que se muda a postura política, dos que sempre se apropriaram do bem público, satisfazendo as suas ambições pessoais ou de grupos.
O salto de qualidade da política está longe de ser alcançado e depende de pessoas comprometidas, mas hoje tudo gravita em torno de interesses ‘pessoais’ ou de ‘grupo’.
Está faltando ‘gente consciente’.

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