MILÍCIA

Publicado em 16/03/2019 00:03

Conceitualmente é a designação de organizações compostas por cidadãos comuns armados, com ‘poder de polícia’.
No Rio de Janeiro as milícias comandam vários ‘negócios’, lícitos e ilícitos.
Assim como o ‘torturador’ o miliciano acha que é do lado do ‘bem’.
Os milicianos se acham ‘bons’, ‘perfeitos’, mas não são.
Para chegar a essa conclusão basta dizer que é bom que eles, milicianos, não existam. A sua ausência é que é um bem para a sociedade!
E a existência dos milicianos não se justifica, pois o serviço que se espera de segurança pública é a atividade militar vinculada com atos administrativos do Estado, democraticamente, coordenados de modo a formar um todo, para todos.
O miliciano, na verdade, é um mal e só faz o mal.
Ele é a desordem em nome de uma ‘falsa ordem’, delimitando territórios, objetivando proveito próprio, estabelecendo poder econômico e político, assassinando aqueles que ameaçam o seu ‘status’.
E a maldade dos milicianos é, sobretudo, o que ele acredita, em relação aos outros.
E assim reina a impunidade dos milicianos cariocas.

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