O MITO E O LÍDER

Publicado em 17/04/2021 00:04

Hoje ainda existe superstição, principalmente quando se impede o homem de exprimir os seus sentimentos, e se transfere para outras pessoas, outros grupos ou mesmo criações místicas. As paixões dos deuses gregos eram projeções de conflitos e aspirações que os helênicos sofriam.
A educação deve estar preparada para orientar as pessoas no sentido da ‘desmistificação’ das pessoas.
A simpatia pelos outros é ótimo nas relações sociais, limitando-se a participar nas alegrias e tristezas alheias.
A empatia também é salutar e significa reassumir os problemas dos outros (obviamente sem somatizar para si), assim a empatia é perceber o mundo subjetivo alheio como se fosse essa pessoa.
O advogado, o professor, o médico, o dentista, o engenheiro e o empresário são indicados a trabalharem com seus clientes, pacientes ou fregueses com simpatia ou empatia.
A mistificação já é um problema.
Os ‘mitos’ medram muito na política, pois além de votar o eleitor tende a ser uma pessoa que passa a idolatrar seu candidato, ‘seu político’.
Para se votar em alguém obviamente a simpatia é um elemento muito presente e, por vezes, até necessário.
Porém, mistificação, fazendo nascer ‘mitos’, é um desserviço à política pública.
‘Mito’ é ‘lenda’. Na política ‘mito’ é catástrofe. Líder é outra história que não cabe aqui, mas seu conceito já diz tudo: indivíduo que tem autoridade para comandar ou coordenar os outros; pessoa cujas ações e palavras exercem influência sobre o pensamento e comportamento de outras.
O líder faz um discurso e o ‘mito’ começa a usar máscara, é um belo exemplo de liderança.

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