TORCEDOR-SÍMBOLO

Publicado em 30/09/2017 00:09

Toda equipe, profissional ou não, tem aquele torcedor que a representa. O ‘Juvenil Três Fronteiras’ teve – e tem o seu.
Ela participava de todo o treinamento e sabia previamente que, no domingo, não ia participar dos jogos.
No domingo ele torcia e, com sua voz estridente, bradava o nome do Juvenil, ficava muito triste quando a equipe perdia.
Hoje ele é eficiente servidor público, cuida da segurança pública. Tem uma família maravilhosa e está se dedicando a vida religiosa.
Sempre gostou de escrever.
Quem o conhece não vai acreditar, mas o levamos para caçar rã, pescar lobó (traíra), pousar à beira do rio. Isso o fez sair de sua individualidade para viver o coletivo feliz. Participou de várias algazarras.
Como sempre se empolga com as situações, talvez um pouco maniqueísta. E desde criança obtempera o maniqueísmo, porque para ele ou você gostava do ‘Juvenil’ ou era contra.
Mas tudo passa.
Hoje mostra equilíbrio ao tratar dos assuntos.
Naquela época, após os jogos, nos domingos à tarde, a comemoração da vitória ou o choro pela derrota, era no bar de propriedade de seus pais, o Lico e a Dona Luzia.
E quantos prejuízos nós demos ao casal e a família, pois a ‘molecada’ do ‘Juvenil’ ‘furtava’ as salsichas e outros produtos alimentícios, enquanto alguns distraiam os proprietários do bar, os pais de nosso querido torcedor-símbolo Edivaldo de Oliveira Lopes, para não ‘flagrarem’ os nossos crimes, que estão prescritos e, na verdade, representava uma ‘bagatela’, porque não abalou o patrimônio da família que, com dignidade, faz parte da história de Três Fronteiras.
Viva Edvaldo de Oliveira Lopes!

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