De Olho na Câmara – Edição de 25/11/17.

Publicado em 25/11/2017 00:11

Existem três tipos de vereadores. O primeiro é aquele que entrou na política porque não tem competência para administrar sua empresa e, pensando na vida fácil de um parlamentar, resolve arriscar nessa maravilhosa máquina de ganhar dinheiro sem fazer nada.
O Segundo é aquele político profissional, que vive e respira política. Aparentemente vem de berço essa vocação de enrolar os eleitores, tendo em vista que é criado desde cedo para perpetuar no poder. Vive em simbiose com os portariados e devedores de favores, e os alimentam com empregos e gordos salários. Por conseguinte, tem os portariados o defendendo arduamente em redes sociais e até em portas de botecos. Em época de campanha eleitoral, é o primeiro a se fantasiar de palhaço para defender a famosa teta que os alimentam.
O terceiro é aquele que trabalha sem fazer autopropaganda; busca sempre o caminho da honestidade e da transparência dos seus atos, dentro e fora do meio político. É pouco valorizado, pois não faz doações de caixa de cerveja para aniversário, não paga luz e água de folgados que preferem pedir do que trabalhar, e muito menos faz indicações de moções de aplauso para fazer média com uma burguesia que é alimentada com o dinheiro da sonegação de impostos.
Infelizmente a população, na sua maioria, tende a idolatrar esses dois primeiros vereadores, pois se identificam com os seus pares.

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