Tópicos da Semana – Edição de 3/07/2021

Publicado em 3/07/2021 00:07

Por Lelo Sampaio

Vacina sim
Muitas pessoas têm se recusado a tomar esta ou aquela vacina contra a Covid-19 justamente por acreditarem que tal vacina não tem poder imunológico ou que pode causar efeitos colaterais desastrosos, seja agora ou daqui há meses ou anos, justamente porque não tivemos o tempo necessário de estudos que comprovassem a sua eficácia.
Do lado de lá
Os norte-americanos, por exemplo, já encontraram um meio fácil de “acabar” com a Covid-19, algo tem permitido às empresas reabrirem totalmente com segurança, livrarem-se da necessidade do distanciamento social e restaurarem um retorno à normalidade sem máscaras, e isso tem acontecido justamente devido a necessidade de encontraram de alcançar a tal imunidade de rebanho.
Mutação
Quanto mais tempo as pessoas permanecem não vacinadas, maiores são as chances do vírus sofrer uma mutação. E se as mutações forem significativas, elas podem levar a cepas mais problemáticas que podem escapar das vacinas. A “Covid longa” é real. Até mesmo jovens atletas têm sofrido de confusão mental, dores no peito e falta de ar, meses após a infecção.
Efeitos
Importante lembrar que os efeitos colaterais adversos das vacinas quase sempre aparecem nas primeiras duas semanas e, certamente, nos primeiros dois meses. Por esse motivo que especialistas em saúde pediram aos órgãos competentes que aguardassem pelo menos dois meses após a inoculação dos participantes de estudos clínicos antes de concederem a autorização de emergência para as vacinas contra a Covid-19.
Sem medos
Historicamente, os efeitos colaterais mais graves de uma vacina foram detectados dentro de seis semanas, disse o doutor Paul Offit, diretor do Centro de Educação em Vacinas do Hospital Infantil da Filadélfia e membro do Comitê Consultivo para Vacinas e Produtos Biológicos do FDA. “Diga-me qual vacina já demonstrou causar um efeito colateral de longo prazo que não foi detectado nos primeiros dois meses”, comentou Offit, o cocriador da vacina contra o rotavírus e médico que estuda vacinologia há mais de quatro décadas.
Logo, logo
Logo estaremos todos vacinados e poderemos voltar à vida “normal”, é isso que estamos precisando. Não aguentamos mais viver esta realidade: tantas vidas perdidas, tantas pessoas queridas que nos deixaram. “Acordamos para a vida” aqui no Brasil tardiamente, mas não o suficiente para nos esquivarmos deste terrível vírus. Enquanto isso, nada de aglomerações, nada de baladinhas, nada de encontros familiares. Se não nos protegermos, teremos ainda esta “coisa” por muitos e muitos anos. Que Deus permita que nos vacinemos logo, logo.

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