Socorrista fala sobre as remoções de pacientes em toda a região

Publicado em 22/09/2018 00:09

Por Daniela Trombeta Dias

Há 15 anos, Adilson Arruda Ramin, que é enfermeiro, atua como socorrista em atendimentos de urgências e emergências. Ele, que tem 36 anos, e é socorrista na empresa Help Med, inaugurada em agosto deste ano, contou um pouco sobre o trabalho de socorrista.
“O trabalho de um socorrista é sempre, em qualquer situação em manutenção da vida, usando todas as ferramentas que a profissão permite, com intervenções médicas e protocolos regidos pela sociedade de urgência e emergência”, enfatizou.
A Help Med é atualmente a única empresa de Santa Fé que atua em remoções médicas e atende Santa Fé e região. “Até o momento foram realizadas em torno de 60 remoções, a maioria para o Hospital de Base de São José do Rio Preto, levando pacientes com risco de morte na UTI móvel. Somos e atendemos ainda através de convênio com HB Saúde e Unimed de Três Lagoas, que atende até Chapadão do Sul. Somos em quatro médicos, seis enfermeiros e seis condutores”, explicou.
Um dos diferenciais da empresa, de acordo com o socorrista, é a qualidade dos profissionais. “Somos todos especializados em atendimentos de urgência e emergência e também contamos com todo o suporte em equipamentos que são de última geração e qualidade, sem contar que o tempo de resposta a um chamado também é muito rápido, e um exemplo disso é que hoje em até 30 minutos estamos na Santa Casa de Santa Fé para fazer uma remoção”.
Para o experiente socorrista, uma das maiores dificuldades da profissão é a adrenalina. “É a pressão de ter que lidar com situações em que os pacientes correm risco de morte, pois é uma corrida contra o tempo, por isso é importante ter experiência para que erros não sejam cometidos. A população de Santa Fé e região ganha muito com a instalação da Help Med, pois o tempo de resposta a um chamado de urgência e emergência para uma remoção é rápido e, no máximo, em uma hora o paciente está na UTI móvel, na rodovia, sendo encaminhado com o melhor suporte para um hospital de grande porte”, informou
Para finalizar, Adilson informou que qualquer atendimento que um socorrista faz é sempre emocionante. “Para nós o importante é saber que o paciente ficou bem, com vida, pois dessa forma contribuímos para que sua família não sofra o luto, e isso é gratificante. Um paciente nunca é um paciente, é o amor da vida de alguém”, finalizou.

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