Tópicos da Semana – Edição de 15/08/20

Publicado em 15/08/2020 00:08

Por Lelo Sampaio

Lives
Nas últimas lives que vimos em Santa Fé do Sul, muitas das vezes o que percebemos foram apresentadores e pré-candidatos sem suas máscaras, e pior, sem qualquer distanciamento, e isso aconteceu em lives de todos os tipos, desde as solidárias até mesmo as de pré-candidaturas.

Fizeram bonito
E por falar em lives, na última segunda-feira (10), na página do Facebook do pré-candidato a prefeito de Santa Fé do Sul, Evandro Mura, a partir das 19h30, aconteceu a live para a confirmação do capitão Benitez como pré-candidato a vice-prefeito. Em um cenário de primeira linhagem, um estúdio muito bem montado e com a apresentação da locutora da Rádio Santa Fé, Suzana Freitas, e pelo jornalista e radialista Eduardo Monteiro, que, de maneira muito profissional, como não poderia ser diferente devido carisma e habilidade de ambos, conduziram o que poderíamos chamar da melhor live de lançamento de pré-candidatura realizada até o momento.

Participantes
Além dos pré-candidatos exporem algumas de suas ideias, participaram também, através de vídeos previamente gravados, a ex vice-prefeita Elena Rosa; o presidente do MDB de Santa Fé do Sul, Felipe Amaral; o deputado estadual Itamar Borges; dentre outros.

Mas vem por aí…
Por outro lado, o que se comenta é que as lives que serão realizadas pelo pré-candidato a prefeito e pelo pré-candidado a vice de Santa Fé do Sul respectivamente, Ademir Maschio, e Alcir Zaina, serão muito bem estruturadas, até porque na impossibilidade do corpo-a-corpo devido à pandemia do novo coronavírus, quando realmente começar a campanha, a internet deverá ser a grande aliada dos candidatos.

Olhem o nível
O que se espera é que as próximas lives, tanto as dos referidos pré-candidatos como as dos outros da nossa cidade, todos mantenham um bom nível de campanha, embora saibamos que no “calor das emoções”, inerente a toda campanha eleitoral, sempre acontecem os toma-lá-dá-cá, ou seja, os ataques fortuitos os “desenterra defuntos”, dentre outros aperreamentos.

De onde vieram
Tudo começou com popstars globais como Chris Martin, John Legend e Elton John, sozinhos em casa, fazendo transmissões simples ao vivo para se conectar com os fãs e incentivar o isolamento e doações para caridade. Todo mundo entrou na onda. Mas alguns artistas brasileiros passaram a criar um modelo diferente: a live de quarentena com a sala cheia.

Inovou
A live de Gusttavo Lima foi a primeira do fenômeno da música pop brasileira desde o início do período de isolamento social. Foram impressionantes cinco horas de puro carisma musical e etílico, uma alegria necessária para milhares de fãs em casa. No entanto, a grande produção demandou a presença de várias pessoas na casa do cantor. Ele fugiu da receita das lives em isolamento real que estavam sendo feitas antes por estrelas pop no Brasil e no mundo.

Aglomeração
Uma semana depois, Jorge & Mateus ainda bateram de longe essa marca já alta. A live, que também teve garçom servindo cerveja, banda acompanhando e várias pessoas no local de gravação, chegou a três milhões de espectadores simultâneos. Durante a transmissão, circulou nas redes sociais uma imagem que mostra a aglomeração de pessoas nos bastidores. Segundo a assessoria de Jorge e Mateus, no total, 18 pessoas participaram do projeto e houve um revezamento ao longo do processo de produção.

Nada de máscara
A live de Jorge & Mateus tinha, além do garçom, quatro músicos de apoio, mais de uma câmera e ainda pessoal técnico para a gravação. Jorge disse ao vivo que a equipe era a mínima necessária e que estavam todos de máscara, segundos depois de um técnico aparecer sem máscara.

De novo, sem máscaras
Em abril, praticamente no início da pandemia da Covid-19, uma megaestrutura foi montada para uma live do cantor Belo, diretamente da mansão do artista. Entretanto, fotos circularam na internet que os funcionários que montaram a estrutura pareciam não estar preocupados com o novo coronavírus, pois todos estavam sem máscaras e quebrando as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que pedem o uso dos aparatos necessários para que não ocorra a transmissão da doença.

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