Tópicos da Semana – Edição de sábado – 7/07/18.

Publicado em 7/07/2018 00:07

Por Mário Aurélio Sampaio e Silva.

Charge: Leandro Gusson (Tatto).

Acaba a Copa, chegam as eleições

A taça da grande final da Copa do Mundo será disputada no jogo marcado para exatos oito dias, ou seja, no domingo da próxima semana, dia 15, e com o final do torneio mundial os brasileiros se voltarão às questões das próximas eleições que acontecerão no dia 7 de outubro, quando os brasileiros irão às urnas para eleger o Presidente da República, senadores, governadores, deputados federais e estaduais. Para quase todos os cargos o mandato é de quatro anos, menos para os senadores que têm oito anos de mandato e, embora muitos já estejam ‘cantando de galo’ ao afirmarem que a eleição já está tão “no papo” e que nem será necessário o segundo turno, tamanha a certeza de que Jair Bolsonaro já se consolidará Presidente do Brasil no dia 7, a probabilidade é que haja, sim, o segundo turno, até porque, até lá muita água ainda vai rolar. Vale lembrar que o segundo turno acontecerá no dia 28 do mesmo mês, e daí iremos todos nós novamente, incrédulos ou não, ‘contribuir para o bom andamento da nação’.

Encontro dos seis

Na última quarta-feira, dia 4, seis pré-candidatos à Presidência da República apresentaram propostas de governo em um evento organizado pela CNI – Confederação Nacional da Indústria –, realizado em Brasília. Embora não tenha havido debate entre eles, durante uma hora, cada um fez uma exposição e em seguida respondeu a perguntas de empresários. Estiveram presentes os pré-candidatos Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Henrique Meirelles (MDB), Ciro Gomes (PDT) e Álvaro Dias (Podemos). O tema proposto pela CNI para o encontro foram ideias para aumentar a produtividade das empresas e estimular o crescimento sustentável da economia. Os dados são do G1.

Alckmin

Na ocasião, o pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin foi o primeiro a falar. Abordou a necessidade de o novo presidente fazer reformas nos primeiros meses do mandato para enfrentar as dificuldades econômicas do país; disse que é preciso superar um quadro de “déficit primário, baixíssimos investimentos, obras paralisadas ou andando a passos muitos pequenos, gastos correntes crescentes”; defendeu a reforma da Previdência e que, se eleito, irá promover uma reforma tributária, reduzindo o imposto de renda da pessoa jurídica, bem como o corporativo; e que é necessário estimular novos investimentos, havendo a necessidade da União zerar o déficit fiscal para voltar a ter poder de investimento.

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