Acabou o Carnaval, a máscara caiu!

Publicado em 21/02/2026 00:02

A vida é igual ao Carnaval, quando o anonimato é garantido pela conveniência.
A máscara serve para polir o que é bruto, para transformar exclusão em “democracia” e para vender uma imagem que a realidade insiste em não confirmar.
É uma engrenagem sistêmica, que se alimenta do que fingimos ser.
Mas, ironicamente, a máscara tem um prazo de validade.
Quando cai a máscara, o que nos resta?
Quando sobe a máscara, o que se esconde? O que nos escondem?
Quando a realidade mascara o dia nublado e nos mostra um ensolarado
dia de intrigas e mentiras pintadas à luz das esperanças das pessoas, só sobram as dúvidas.
Dúvida de que a máscara vestida é o que eles realmente são ou o que nós queremos que eles sejam?
Quando as luzes da apoteose acendem, toda maquiagem sai e toda mentira se revela.
A queda da máscara disseca a postura perversa, a manipulação da arte, a utilização do dinheiro público e a natureza de uma crença ideológica para permanecer no poder.

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