Administração Municipal de Santa Fé do Sul fala a respeito de algumas indagações sobre a aplicação de recursos públicos; recursos para o Turismo, por exemplo, não podem ser usados na Saúde
Por ocasião do início das reformas da Praça Salles Filho na semana passada, muitas pessoas começaram a reclamar que o governo deveria, por exemplo, usar o dinheiro na Saúde, Educação, dentre outros setores, sem entenderem, contudo, que existem emendas destinadas para cada setor e que a mesma não pode ser usada em outro departamento.
Diante desses questionamentos levantados no que tange à aplicação de recursos públicos, os chamados de “recursos carimbados”, nas obras de reforma da Praça Salles Filho e do Palco Hebe Camargo, a Assessoria de Governo da Prefeitura da Estância Turística de Santa Fé do Sul, através das secretaria de Administração, Finanças e Planejamento, informou à reportagem de O Jornal que os recursos públicos recebidos pelo município – especialmente aqueles oriundos de convênios, transferências voluntárias e emendas parlamentares – do deputado federal Marcos Pereira – são legalmente vinculados à sua finalidade de origem, ou seja, o que vem para o Turismo, deve ser aplicado no Turismo; para a Saúde, na Saúde, e assim por diante.
De acordo com a Secretaria de Administração, a legislação vigente não permite o desvio de finalidade desses recursos. Isso significa que verbas destinadas ao Turismo não podem ser utilizadas para Saúde, Educação ou outras áreas, assim como recursos da Saúde ou da Educação não podem ser redirecionados para obras de Turismo ou Lazer. Leia a notícia completa na edição impressa. Faça já a sua assinatura e receba o jornal impresso e online. Contato (17) 99619-3232.

